terça-feira, 27 de abril de 2010

A nova relação com o saber

Resenha de Pierre Lévy



A nova relação com o saber










Pierre Lévy inicia o texto por dizer que qualquer reflexão a respeito da cibercultura e o futuro dos sistemas educacionais devem ser fundados em uma análise prévia da mutação contemporânea da relação com o saber.




A primeira constatação abordada foi a velocidade e o surgimento, também renovação dos saberes. Ele ainda diz que pela primeira vez na história da humanidade, as maneiras das competências adquiridas por uma pessoa no início de sua carreira profissional estarão obsoletas no final de sua carreira.




A segunda constatação mencionada é a respeito da natureza do trabalho, cuja parte de transação de conhecimentos não para de crescer. Ele diz que ao trabalhar, cada vez mais se aprende, transmite saberes e produz conhecimentos.




E a terceira constatação consiste no ciberespaço que suporta tecnologias intelectuais que amplificam e exteriorizam e modificam as numerosas funções cognitivas humanas. Essas tecnologias intelectuais favorecem a novas formas de acesso as informações e a novos estilos de raciocínio e de conhecimento.




Com essas tecnologias intelectuais, a memória dinâmica, são objetivadas em documentos digitais ou programas disponíveis na rede, também pode ser compartilhada entre numerosos indivíduos, com isso aumenta o potencial de inteligência coletiva dos grupos humanos. Assim o saber fluxo, o trabalho do conhecimento, as novas tecnologias da inteligência individual e coletiva mudam profundamente os dados do problema da educação e da formação. Por isso devem-se construir novos modelos do espaço dos conhecimentos.




O ensino de educação a distância explora certas técnicas de ensino como: a hipermídia, as redes de comunicação interativas e todas as tecnologias da Cibercultura. O essencial mencionado pelo autor é um novo estilo de pedagogia, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e aprendizagem coletiva em rede. Dessa o professor é incentivado a torna-se um animador da inteligência coletiva de seus grupos de alunos em vez de um fornecedor direto do conhecimento.




A segunda forma referida por Pierre diz a respeito das experiências adquiridas. Então agora as pessoas aprendem por si próprias, com suas atividades sociais e profissionais. Dessa forma a escola e a universidade não são, mas o monopólio de criação e transmissão do conhecimento.




As paginas da Web é um elemento, uma parte do corpus intangível composto pelo conjunto dos documentos da Word Wide Web. Suas inúmeras fontes, sua turbulências oferecem uma surpreendente imagem da inundação de informação contemporânea, cada reserva na memória, cada agrupo, cada individuo, cada objeto pode torna-se emissor e contribuir para enchente. A esse respeito, Roy Ascort de forma metafórica chama de um segundo dilúvio. O dilúvio de informações.




No século XVII, a história da reação com o saber nesse momento de equilibro frágil dispara seus mais belos fogos na revolução industrial. Nesse período um pequeno grupo de homens podia esperar dominar um conjunto de saberes. Mas a partir do século XX, com a ampliação do mundo, a progressiva descoberta de sua adversidade, o crescimento científico e técnico cada vez mais rápido, o domínio do saber por um individuo ou grupo tornou-se cada vez mais ilusório.




As paginas da Web exprime idéias, desejos, saberes, oferta de transação de pessoas e grupos humanos. No ciberespaço, o saber não pode ser concebido como algo abstrato ou transcendente, ele se torna cada vez mais vivível.




Com o surgimento da escrita, o saber é transmitido pelo livro. O livro, único indefinidamente, interpretável. É agora o intérprete quem domina o conhecimento.




Após a invenção da impressão, um terceiro tipo de conhecimento Fo assombrado pela figura do sábio, do cientista. O saber não mais transmitido pelos livros. O saber é estruturado por uma rede de remissões, talvez já assombrada pelo hipertexto.




Entre os novos modos de conhecimento trazido pela Cibercultura, a assimilação ocupa um lugar de partida central. As técnicas de simulação, em particular aquelas que utilizam imagens interativas, não substituem os raciocínios humanos, mas prolongam e transformam a capacidade de imaginação e pensamento.




O ideal mobilizador da informática não é mais a inteligência artificial, mas sim a inteligência coletiva, a saber, a valorização, a utilização otimizada e a criação de sinergia entre as competências, as imaginações e as energias intelectuais, qualquer que seja sua diversidade qualitativa e onde quer que se situe. E esse ideal da inteligência coletiva passa, pela disponibilidade da memória, da imaginação, da experiência, por uma pratica banalizada de troca de conhecimentos, por novas formas de organização e de coordenação flexíveis e em tempo real.




O ciberespaço, a Cibercultura contribui muito para a educação contemporânea, visto que ela aumenta a velocidade do surgimento e renovações de saberes, favorecem novas formas de acesso á informação, novos estilos de raciocínio e conhecimento, também podem ser compartilhados com inúmeros indivíduos e facilita a comunicação, assimilação de conteúdos, pois a Cibercultura e o ciberespaço amplifica funções cognitivas humana coma a memória, a imaginação, a percepção e o raciocínio.










O laboratório de computador: uma má idéia, atulamente santificada

Resumo do texto a história do lápis



Um dia, a palavra chegou com os pássaros migratórios de uma nova tecnologia, uma tecnologia em muitos séculos de invenções: o Lápis. Foi um murmúrio, e sem hesitação, dois anciões foram mandados á grande caverna para aprender tudo sobre aquela maravilha. Fascinado com a nova tecnologia, o ancião mais voltado para o futuro foi nomeado para começar um planejamento e o ensino dos estudos sobre a capacidade do lápis na sala de aula recém aparelhada.

Logo urgiu o completo e o meio mais interessante currículo de Lapislogia. O currículo trazia tópicos como: como apontar um lápis e como usar a outra ponta para apagar, como equilibra um lápis na orelha e como segurá-lo entre os dedos. Para as crianças estudiosas que se saíram bem sucedidas nas etapas mais difíceis elas poderiam então começar a usar o LapisLogo(para desenhar flores), o LapisScribe(para rabiscar letras) e o LapisSuposer(para traçar a área de folhas de desenho incomum). Um desenvolvimento interessante foi que as crianças começaram a escrever. E com isso os professores passaram a ficar muito preocupados com o fato de que a introdução do lápis na sala de aula privilegiada pudesse ocasionar algumas mudanças no aprendizado mecânico, tão bem estabelecidos.

Com essas afirmações Gavriel Salomon faz uma crítica a maneira de como o computador é usado nas escolas. É possível perceber isso logo em seguida quando ele descreve ás quatros afirmações considerado por ele errônea sobre o uso do computador nas escolas. Ele começa por falar da idéia do laboratório de um computador, pois isso separa o seu papel que tem potencialmente na educação.

A primeira afirmação errônea é dizer que o computador é uma entidade por si mesma e que por isso merece um laboratório especial e um professor especial. No entanto, o computador não é uma entidade independente, mas sim um instrumento semelhante ao lápis, ao microscópio e ao livro. Gavriel Salomon critica assim o motivo desses outros instrumentos manuais, bem entregados nas atividades diária não terem também uns laboratórios especiais.

A segunda afirmação importante e igualmente não justificada á de que o uso do computador é para ser aprendido como algo em si mesmo. O autor diz que as habilidades que são adquiridas com o uso do computador são as mesmas adquiridas com o uso do lápis, dirigir um carro ou calcular. As aulas sobre processadores de textos, construção de modelos, programação ou sobre o uso de banco de dados são tão úteis quanto as que tratam do uso de enciclopédias, lápis ou microscópios.

A terceira afirmação é a de que o computador é apenas somador das diferentes práticas instrucionais não mutáveis, o computador como auxiliar. Novamente Gavriel Salomon, refere criticamente o motivo de o computador ser usado de forma diferentes dos outros instrumentos de aprendizagem. Pois o computador é um instrumento muito caro, muito versátil e muito inteligente para ser usado como remendo para reparar um ensino deficiente.

Por última a quarta afirmação errônea é a que o uso efetivo do computador depende somente da qualidade do software e do courseware usados. Mas o autor deixa claro que o uso de um bom software é bom, mas é apenas necessário, e não uma condição suficiente.







sábado, 24 de abril de 2010

Um cochilo para aprender melhor


Minutos de sono durante o dia potencializam o desempenho da memória






 Tirar uma soneca durante o dia – e sonhar, mesmo que por apenas 10 minutos – pode melhorar o desempenho no trabalho ou na escola.
A idéia parece difícil de ser incorporada nas empresas e colégios, mas é o que aponta uma pesquisa divulgada pela revista Cell Press, feita por médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
 Para analiar o comportamento do cérebro durante a sesta, os pesquisadores colocaram voluntários em frente a um computador tridimensional e propuseram uma espécie de jogo. Cada participante deveria percorrer um labirinto que continha uma árvore no centro. O objetivo era ultrapassar os desafios e chegar até a planta. Os participantes que tinham permissão para dormir durante o dia, entre uma atividade e outra, conseguiram alcançar a árvore em um tempo menor que os demais.
Em alguns casos, os participantes relataram que sonharam com a música do jogo de computador. Outros recordaram de pessoas dentro do teste, mesmo sabendo que não existia nada além da árvore. Um dos participantes ainda relatou que durante o cochilo, teve a sensação de estar dentro de uma caverna repleta de morcegos, buscando a saída.
“Acreditamos que esses sonhos provam que o cérebro continua trabalhando no jogo em diferentes níveis e formas. O sonho mostra que o cérebro atua no mesmo problema buscando associações para a memória que poderão ser usadas no futuro”, disse Robert Stickgold, um dos pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard.








domingo, 11 de abril de 2010

Curiosidade

A musica Ive Brussel



Você com essa mania sensual ....de sentir e me olhar

Você com esse seu jeito contagiante.... fiel e sutil de lutar
Não sei não, assim você acaba me conquistando
Não sei não, assim eu acabo me entregando
Pois está fazendo uma ano e meio amor
Que eu estive por aqui
Desconfiado, sem jeito e quase calado
Quando fui bem recebido e desejado por você
Nunca como eu poderia esquecer amor
Ai, ai se naquele dia você foi tudo, foi demais pra mim
Ai, ai se naquele dia você foi tudo, fez de mim um anjo
Ive, ive ive brussel, brussel, brussel, brussel




"Ive Brussel" é uma canção escrita e originalmente interpretada pelo cantor e compositor brasileiro Jorge Ben.



De acordo com o cantor, Ive Brussel é o nome de uma fã francesa por quem ele se apaixonou em uma de suas viagens