terça-feira, 27 de abril de 2010

O laboratório de computador: uma má idéia, atulamente santificada

Resumo do texto a história do lápis



Um dia, a palavra chegou com os pássaros migratórios de uma nova tecnologia, uma tecnologia em muitos séculos de invenções: o Lápis. Foi um murmúrio, e sem hesitação, dois anciões foram mandados á grande caverna para aprender tudo sobre aquela maravilha. Fascinado com a nova tecnologia, o ancião mais voltado para o futuro foi nomeado para começar um planejamento e o ensino dos estudos sobre a capacidade do lápis na sala de aula recém aparelhada.

Logo urgiu o completo e o meio mais interessante currículo de Lapislogia. O currículo trazia tópicos como: como apontar um lápis e como usar a outra ponta para apagar, como equilibra um lápis na orelha e como segurá-lo entre os dedos. Para as crianças estudiosas que se saíram bem sucedidas nas etapas mais difíceis elas poderiam então começar a usar o LapisLogo(para desenhar flores), o LapisScribe(para rabiscar letras) e o LapisSuposer(para traçar a área de folhas de desenho incomum). Um desenvolvimento interessante foi que as crianças começaram a escrever. E com isso os professores passaram a ficar muito preocupados com o fato de que a introdução do lápis na sala de aula privilegiada pudesse ocasionar algumas mudanças no aprendizado mecânico, tão bem estabelecidos.

Com essas afirmações Gavriel Salomon faz uma crítica a maneira de como o computador é usado nas escolas. É possível perceber isso logo em seguida quando ele descreve ás quatros afirmações considerado por ele errônea sobre o uso do computador nas escolas. Ele começa por falar da idéia do laboratório de um computador, pois isso separa o seu papel que tem potencialmente na educação.

A primeira afirmação errônea é dizer que o computador é uma entidade por si mesma e que por isso merece um laboratório especial e um professor especial. No entanto, o computador não é uma entidade independente, mas sim um instrumento semelhante ao lápis, ao microscópio e ao livro. Gavriel Salomon critica assim o motivo desses outros instrumentos manuais, bem entregados nas atividades diária não terem também uns laboratórios especiais.

A segunda afirmação importante e igualmente não justificada á de que o uso do computador é para ser aprendido como algo em si mesmo. O autor diz que as habilidades que são adquiridas com o uso do computador são as mesmas adquiridas com o uso do lápis, dirigir um carro ou calcular. As aulas sobre processadores de textos, construção de modelos, programação ou sobre o uso de banco de dados são tão úteis quanto as que tratam do uso de enciclopédias, lápis ou microscópios.

A terceira afirmação é a de que o computador é apenas somador das diferentes práticas instrucionais não mutáveis, o computador como auxiliar. Novamente Gavriel Salomon, refere criticamente o motivo de o computador ser usado de forma diferentes dos outros instrumentos de aprendizagem. Pois o computador é um instrumento muito caro, muito versátil e muito inteligente para ser usado como remendo para reparar um ensino deficiente.

Por última a quarta afirmação errônea é a que o uso efetivo do computador depende somente da qualidade do software e do courseware usados. Mas o autor deixa claro que o uso de um bom software é bom, mas é apenas necessário, e não uma condição suficiente.







Nenhum comentário:

Postar um comentário