terça-feira, 11 de maio de 2010

DISCUSSÃO EM SALA

O texto trabalhado foi com base na entrevista feita na revista ARede  com Marcos Mazoni, que trata da introdução do software no Brasil que veio para o país logo no inicio do governo do presidente Lula.
Mazoni é presidente do serviço federal de processamento de dados(Sepro) e coordenador do CISL. Nesta entrevista, ele conta que novos desenvolvimentos em plataforma aberta estarão disponíveis para download no portal software livre Brasileiro."Quanto mais sistemas web tivermos e quanto mais os sistemas web trabalharem com geração de relatórios em padrões abertos, mais nós libertamos os desktops da necessidade de um tipo de sistema operacional específico”, diz Marcos Mazoni. Quando ele foi questionado sobre a respeito da estratégia do governo federal para a área de software livre. ele respondeu dizendo:  
A nossa ideia  é a seguinte:  Nossa estratégia não é obrigar a migração, mas dar condições para a migração tranquila. 
Mazoni foi novamente interrogado, se havia um outro projecto relevante nessa fase de mexer nos sistemas estruftgturamente, ao qual ele disse que  é  o software que gera software. Nossa ferramenta de desenvolvimento, o Demoiselle, é uma homenagem a Santos Dumont. A evolução do 14 Bis foi um aviãozinho chamado Demoiselle, que ele considerou a completa realização de seu experimento de voar em um aparelho mais pesado que o ar. Quando foi convidado pelo governo francês a patentear o Demoiselle (seria uma patente francesa). Então, o nome de nossa ferramenta é uma homenagem a um cidadão brasileiro que no início do século passado já pensava o que as pessoas do soft­ware livre pensam hoje, que a evolução pertence à humanidade.
Ele ainda acrescenta que nas universidades, temos formação de profissionais da engenharia, da tecnologia da informação, análise de sistemas, tecnólogos. São esse que vão estar no campo da análise de requisitos, os chamados analistas de sistemas. A carência que o país e a sociedade mundial têm é da geração de código. Precisamos de mais programadores. Se tivéssemos mais programadores no Brasil, estaríamos até atendendo demandas externas.

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