segunda-feira, 24 de maio de 2010

Morte aos portais currais

O autor André Lemos faz uma crítica a febre da rede e paleativo que trata os homens como "bois digitais" forçando a passar por cercas para serem aprisionados em seus colabouço interativos, ele fala sobre o aumento de volume e de informações que são disponiveis na rede, mas do mesmo tempo aborda que tem-se também inumeras imformações disponiveis em blibiotecas e bancas de jornais, mostrando que isso não é algo novo.


Para Lemos, embora seja importante buscar e agregar contéudos nos portais, eles tiram a possibilidade da errância, da ciber-flânerie, dos ferro e-do business.


Lemos ainda ressalta que a populaçao deve se reveter dessa hegemonia e a nova prisão eletrônica que configuram com a atual onda de portais currais. E isso entra em contradição pelo proprio sentido da palavra "portais" que significa porta á passsagem, ou canal de abertura á novos universos possíveis e impossíveis.


O autor ainda indaga, o que aconteceu para as pessoas limitar-se a busca de certeza, segurança e a repetição.



O ciberespaço deve gritar a morte simbólica dos portais currais, que tratam o que e´excessivo como moralizante, desviando a improdutividade ou dispersiva.

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