segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sedentarismo x excesso de exercícios: os prejuízos para a vida profissional



SÃO PAULO – Nas empresas, é comum encontrar profissionais que praticam atividades físicas todos os dias. Há também aqueles que não fazem nenhum tipo de exercício, conhecidos como sedentários.



Pois saiba que, apesar de opostos, essas pessoas têm algo em comum: podem ter sua vida profissional prejudicada tanto pelo excesso quanto pela falta da atividade esportiva.






A professora doutora em Ciências da Saúde da FMU, Simone Sagres Arena, explica que a falta de exercício pode causar sobrepeso, doenças vasculares, hipertensão, diabetes, entre outras doenças.






“Os profissionais que não praticam exercícios regularmente são mais suscetíveis a doenças, além de reclamarem de dores na região da lombar, na região cervical e nas articulações, muitas vezes causadas pelo tempo que passam sentados no trabalho”, diz.





Perigos do excesso da atividade física



Já aqueles que excedem na atividade esportiva geralmente buscam um corpo perfeito e acreditam que estão zelando pela saúde. Entretanto, não estão atentos ao condicionamento físico, que ajuda a proteger o corpo.



O perigo de pecar pelo excesso, segundo a especialista, é que a pessoa pode ter algum distúrbio muscular, como lesões e inflamações. “Com dor, a pessoa tem o rendimento do trabalho comprometido”, afirma Simone.



Busca do equilíbrio



Os dois extremos são ruins, por isso o ideal é que o profissional procure um equilíbrio. “O indicado é que a pessoa faça atividades físicas de três a quatro vezes por semana. É necessário ter um programa de condicionamento físico acompanhado da supervisão de um profissional da área”, explica Simone.



Seguindo essas orientações, a pessoa atingirá os benefícios que o exercícios pode trazer, como:



Evitar doenças cardiovasculares;



Aliviar o estresse;



Melhorar a qualidade de vida;



Melhorar o sono;



Ajudar no controle do peso corporal;



Diminuir a ansiedade e a depressão;



Promover o bem-estar psicológico.

Morte aos portais currais

O autor André Lemos faz uma crítica a febre da rede e paleativo que trata os homens como "bois digitais" forçando a passar por cercas para serem aprisionados em seus colabouço interativos, ele fala sobre o aumento de volume e de informações que são disponiveis na rede, mas do mesmo tempo aborda que tem-se também inumeras imformações disponiveis em blibiotecas e bancas de jornais, mostrando que isso não é algo novo.


Para Lemos, embora seja importante buscar e agregar contéudos nos portais, eles tiram a possibilidade da errância, da ciber-flânerie, dos ferro e-do business.


Lemos ainda ressalta que a populaçao deve se reveter dessa hegemonia e a nova prisão eletrônica que configuram com a atual onda de portais currais. E isso entra em contradição pelo proprio sentido da palavra "portais" que significa porta á passsagem, ou canal de abertura á novos universos possíveis e impossíveis.


O autor ainda indaga, o que aconteceu para as pessoas limitar-se a busca de certeza, segurança e a repetição.



O ciberespaço deve gritar a morte simbólica dos portais currais, que tratam o que e´excessivo como moralizante, desviando a improdutividade ou dispersiva.